Ex-prefeito de Populina é preso por posse irregular de revólver
Ilustração gerada por IA Segundo publicação do perfil @iago_sincero, um ex-prefeito de Populina foi preso na manhã de terça-feira (27 de outubro) durante operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). De acordo com o post, a prisão ocorreu por “posse irregular de um revólver” encontrado durante buscas em sua residência.
A ação integra a Operação “Farra do Peão”, conforme a publicação, que visa investigar um suposto esquema criminoso envolvendo fraudes em licitações, desvio de verbas públicas e enriquecimento ilícito ligado à Prefeitura de Populina. O post informa que promotores do Gaeco, com apoio do 9º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), da Polícia Militar Ambiental e da Receita Estadual, cumpriram 13 mandados de busca e apreensão em Populina e Suzanápolis, incluindo propriedades rurais.
Segundo o relato, a arma encontrada era um revólver calibre .38 sem documentação. O ex-prefeito teria sido encaminhado à Delegacia de Polícia de Populina após a prisão em flagrante.
A informação ainda não foi confirmada por fonte oficial.
Operações contra crimes de corrupção
Operações especializadas como a do Gaeco atuam na investigação de crimes de corrupção, fraude em licitações e desvio de recursos públicos. Essas investigações costumam envolver múltiplos órgãos — Ministério Público, polícia especializada, polícia militar e órgãos de fiscalização — e resultam em mandados de busca e apreensão para coleta de provas documentais e materiais.
A posse irregular de armas de fogo é crime previsto no Estatuto do Desarmamento e pode resultar em prisão em flagrante quando a arma é encontrada sem registro ou documentação adequada.
Detalhes ainda não confirmados
A publicação não esclarece quantas pessoas foram alvo dos mandados de busca, se houve outras prisões além da relatada, ou qual é o estágio atual da investigação sobre as acusações de fraude e desvio de verbas. Também não há informação sobre possíveis desdobramentos ou próximas etapas do processo.
Serviço
Cidadãos que presenciem crimes ou tenham informações sobre irregularidades em órgãos públicos podem denunciar à Polícia Militar (190), à Polícia Civil ou ao Ministério Público. Denúncias anônimas também podem ser feitas por canais específicos de cada instituição.
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Fonte: Instagram · Perfil: @iago_sincero
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